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Calce os ténis e prepare-se para percorrer o Algarve a pé ou de bicicleta

Via Algarviana: à descoberta do Turismo de Natureza

Os 300 quilómetros da Via Algarviana, a grande rota pedestre que percorre o interior do Algarve entre Alcoutim e o Cabo de S.Vicente atrai caminhantes portugueses e estrangeiros sobretudo na primavera e no outono, estações do ano em que a fauna e flora são mais exuberantes.

A zona do Algar Seco, a cerca de 550 metros a leste do Carvoeiro, é uma imponente obra de arte natural composta por uma rede de piscinas naturais, grutas, arcos e orifícios rochosos moldados nas rochas ao longo do tempo pelo vento, pela chuva e pelo mar.

O itinerário da via algarviana estende-se por 300 quilómetros, de Alcoutim ao Cabo de S.Vicente, atravessando aldeias pitorescas que convidam a paragens.
A rota que pode ser percorrida a pé em 14 dias ou de bicicleta em 5 está segmentada em trajetos de 30 quilómetros, procurados sobretudo por turistas portugueses e estrangeiros que pretendem uma pausa da agitação das grandes cidades.

PEQUENAS ROTAS

Além da Grande Rota, existem 12 pequenas rotas, com percursos cujas distâncias variam entre os 4 e os 18 quilómetros e têm vários graus de dificuldade requerendo, os que são considerados mais difíceis, alguma preparação física.

ROTAS TEMÁTICAS

Para cada rota há um guia digital que pode descarregar gratuitamente, através de www.viaalgarviana.org, com várias propostas de percursos para percorrer a pé, de BTT e também de carro.

ROTA DO CONTRABANDISTA EM ALCOUTIM

Aqui recordam-se os tempos em que a pobreza e a falta de oportunidades levaram os habitantes de Alcoutim a dedicar-se ao contrabando na margem do rio Guadiana. O percurso estende-se pelo Monte Vascão e passa por várias povoações, pelos antigos postos de controlo das autoridades, muitos em ruinas, até ao Barranco das Pereiras numa encosta fronteira ao rio.

ROTA DA ÁGUA EM LOULÉ

Estende-se pelas principais bacias hidrográficas do concelho de Loulé, conhecido pela abundancia em água. Com passagem por fontes, entre as quais as de Alte, Goldra, Filipe; por moinhos, barragens, miradouros e pequenas lagoas. Com partida nas Bicas Velhas, no centro histórico da cidade, esta rota estende-se por 130 quilómetros, dos quais 119 de estradas, 11 em terra batida e vários percursos pedestres.

ROTA DAS ÁRVORES MONUMENTAIS

Com 3 circuitos, todos com início no Largo de São Sebastião, em Monchique, parta à descoberta da Serra de Monchique, da diversidade da flora, sobreirais, bosques de carvalho-de-Monchique, eucaliptos, castanheiros, medronhais, matos, exuberante vegetação, além de poder também apreciar a arquitetura e as tradições locais.

ROTA DA GEOLOGIA

Nos 2 percursos: o de Marmelete e o da Fóia, são muitos os locais de interesse geológico a visitar de carro, BTT ou a pé nesta rota que tem como cenário a Serra de Monchique. Com grande variedade de rochas – sienitos nefelínicos, ultrabásicas, básicas e intermédias, filões de rochas magmáticas, etc – com origens, estruturas e idades diversas, estima-se que o Complexo Alcanino de Monchique se tenha formado no Cretácio Superior há cerca de 70-74 milhões de anos.